Sign In
 
  Logotipo da Autoridade Nacional de Protecção Civil Subscreva o Boletim Mensal da ANPC
CONTACTOS
MAPA DO SITE
ENGLISH
Texto Normal Texto Grande Texto Sem Contraste Texto Com Contraste
PESQUISA
PERGUNTAS FREQUENTES
NACIONAL
 SISTEMA NACIONAL
 AUTORIDADE NACIONAL
 BOMBEIROS
 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFÍCIOS
 PREVENÇÃO E PROTECÇÃO
 INFORMAÇÃO PÚBLICA
 RELAÇÕES INTERNACIONAIS
 LEGISLAÇÃO
 CONCURSOS
 GLOSSÁRIO
 IMPRENSA
 CAMPANHA PORTUGAL SEM FOGOS
 LINKS ÚTEIS


 
INFORMAÇÃO POR DISTRITO
    Aveiro Beja Braga Bragança Castelo Branco Coimbra Évora Faro Guarda Leiria Lisboa Portalegre Porto Santarém Setúbal Viana do Castelo Vila Real Viseu
Link para o Ministério da Administração Interna

Link para o Portal da Segurança

Link para informação sobre o Quadro de Referência Estratégico Nacional

site DGS sobre a gripe

ANSR- Campanha rodoviaria

Link para Movimento ECO

Link para o clube da protecção civil

Link para a Escola Nacional de Bombeiros
PREVENÇÃO E PROTECÇÃO  PÁGINA INICIAL 
 Apresentação
 Riscos Naturais
 Riscos Tecnológicos
 Estudo do Risco Sismico e de Tsunamis do Algarve
 Planos de Emergência
Em Portugal Continental 
Skip Navigation Links
SismosExpand Sismos
CheiasExpand Cheias
SecasExpand Secas
Incêndios FlorestaisExpand Incêndios Florestais
P. IntensasExpand P. Intensas
TrovoadasExpand Trovoadas
Ondas de CalorExpand Ondas de Calor
Vagas de FrioExpand Vagas de Frio
NevõesExpand Nevões
CiclonesExpand Ciclones
TornadosExpand Tornados
A. GeomorfológicosExpand A. Geomorfológicos
Seg. de BarragensExpand Seg. de Barragens
As Cheias em Portugal Continental
As situações de chuva intensa, que originam as cheias, encontram-se associadas a condições de instabilidade atmosférica que, em Portugal continental, ocorrem geralmente do Outono à Primavera.

As inundações ocorrem um pouco por todo o país mas as bacias hidrográficas dos médios e grandes rios são as mais afectadas. Os rios Tejo, o Douro e o Sado têm um longo historial de cheias, frequentemente reportadas na comunicação social.

Outros rios apresentam actualmente maior capacidade para evitar a ocorrência de cheias. O rio Mondego, por exemplo, dispõe já de um sistema integrado de regularização (barragens e diques) que reduz a ocorrência de cheias frequentes.

OCORRÊNCIAS GRAVES

Dos inúmeros acontecimentos históricos registados, destacam-se as cheias que maior impacte tiveram em Portugal Continental:

1909
Dezembro
Rio Douro
. Atingiu na Régua o caudal máximo de 16 700 m3/s;

1948
Janeiro

As mais generalizadas em Portugal, por se terem verificado em quase todos os rios do Continente;

1962
Janeiro
Norte e Centro do País
, com principal incidência nos rios Mondego e Douro, onde se cotou como a 2ª maior cheia do século XX;

1967
Novembro
Rio Tejo
. Morreram cerca de 500 pessoas, grande número de casas ficou gravemente danificado e foram destruídos muitos quilómetros de infra-estruturas;

1978
Fevereiro
Rios Tejo e Sado
;

1979
Fevereiro
Rio Tejo
. A cheia durou 9 dias, tendo provocado 2 mortos, 115 feridos, 1 187 evacuados e avultados prejuízos materiais. O distrito de Santarém foi o mais afectado. Considera-se como a maior cheia do séculoXX;

1983
Novembro
Rio Tejo
. Morreu uma dezena de pessoas, 610 habitações foram completamente destruídas, 1 800 famílias desalojadas, tendo os prejuízos ascendido a cerca de 18 milhões de contos (valores da época);

Cascais, 1983

 Cascais, 1983

1989
Dezembro
Rios Tejo e Douro
. Provocou 1 morto, 61 pessoas foram evacuadas no Distrito de Santarém e 1 500 ficaram desalojadas no Distrito de Vila Real (Régua), onde atingiu um caudal máximo de 12.000 m3/s.

Constância (Rio Tejo),1989
Fotografia: Rui Ochôa
Constância (Rio Tejo),1989

1997
Outubro
Monchique
. Precipitação muito intensa durante quatro horas alagou impetuosamente a localidade, com elevados prejuízos materiais em habitações, viaturas e equipamentos (ex: Termas das Caldas de Monchique).

1997
Novembro
Baixo Alentejo
. Onze mortos devido a inundações repentinas nos concelhos de Ourique, Aljustrel, Moura e Serpa.

2000/01
Inverno
Rios Douro e Tejo
. Um período de Inverno excepcionalmente chuvoso originou uma série de cheias consecutivas entre os meses de Dezembro e Março. Os distritos de Vila Real, Porto e Santarém foram os mais afectados. Outras bacias hidrográficas também registaram diversas situações de cheia, algumas das quais atingiram níveis recorde. Ao todo, durante este Inverno, cerca de uma dezena de pessoas perdeu a vida nas cheias, a maioria ao atravessar indevidamente zonas caudalosas. A saturação dos solos proporcionada pela precipitação contínua causou ainda diversos aluimentos de terras que provocaram mortos e desalojados.

2001
Janeiro
Rio Mondego
. Níveis excepcionais de precipitação na região de Coimbra originaram um elevado caudal do Mondego, o que provocou a rotura dos diques do leito central do rio em 13 pontos distintos (por erosão dos taludes). A zona a jusante de Coimbra ficou alagada durante quase uma semana, com especial incidência para o concelho de Montemor-o-Velho.

INSTABILIDADE ATMOSFÉRICA
As condições climáticas e os regimes pluviométricos que se verificam em Portugal, proporcionados pelos núcleos de baixa pressão, que se formam no Oceano Atlântico, associados a sucessivas frentes húmidas que percorrem o País para leste, provocam períodos alongados de intensas precipitações em vastas áreas de Portugal.

O atravessamento destes sistemas frontais, ao efectuar-se para Leste, pode também afectar o território espanhol registando-se, consequentemente, um acréscimo das afluências às secções fronteiriças, contribuindo para as cheias na parte portuguesa das bacias internacionais.

Outro tipo de fenómenos meteorológicos, distintos dos anteriores, são os de origem convectiva, que produzem precipitações muito intensas e confinadas a uma reduzida dimensão espaço-temporal. Estas situações conduzem geralmente a pontas de cheia elevadas, sobretudo quando afectam as pequenas bacias hidrográficas. Este tipo de fenómenos, pela sua reduzida dimensão espacial, é por vezes de difícil previsão.

BACIAS HIDROGRÁFICAS
DOS RIOS TEJO, DOURO E SADO

BACIAS HIDROGRÁFICAS
    Avisos legais  | Ficha técnica | Gestor técnico