 |
| NACIONAL |
 |
 |
|
|
|
|

|
 |
|
INFORMAÇÃO POR DISTRITO |
 |
 |
|
|
|
|
|
|
 |







|
|
|
|
 |
 |
|
|
 |
|
|
 |
 |
Prevenção
|
|
 |
|
|
| Prevenção dos efeitos das secas |
 |
 |
 |
A acção preventiva constitui a estratégia mais eficaz no combate a este tipo de situações extremas, dadas as suas graves consequências.
A prevenção de secas é efectuada através de duas componentes, a previsão, que possibilita a antecipação de acções de controlo, e a monitorização, que permite detectar e conhecer em cada instante o grau de gravidade da situação.
A previsão de secas é essencialmente climatológica. A monitorização e detecção têm uma componente fortemente hidrológica.
O Instituto da Água é a entidade responsável em Portugal pela previsão e detecção de secas, através do Sistema de Prevenção e Protecção de Secas que, apoiado na monitorização (Programa de Vigilância e Alerta de Recursos Hídricos) e numa análise de secas regionais, permite identificar as regiões do país em crise e acompanhar a sua evolução.
|
| SISTEMA DE PREVENÇÃO E PROTECÇÃO DE SECAS |
 |
 |
 |
|

Quando a situação é crítica, o Instituto da Água avisa a Autoridade Nacional de Protecção Civil para tomar as medidas necessárias. Quando os sistemas de abastecimento usuais esgotam os seus recursos é necessário providenciar o abastecimento de água às populações com meios alternativos.
Este acompanhamento permanente pelo Instituto da Água fornece os indicadores que possibilitam decidir sobre os mecanismos de mitigação dos impactes decorrentes da seca. Para tal, é necessário dispor-se de informação relativa às actividades socio-económicas das regiões e à avaliação de medidas tomadas em situações de seca verificadas no passado.
|
| MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO DOS EFEITOS DAS SECAS |
 |
 |
 |
A prevenção e a minimização dos efeitos de uma seca passa também pela alteração do comportamento individual de cada pessoa no que respeita ao consumo de água antes e durante a evolução de uma seca.
A água é um recurso natural limitado e essencial à vida. A sua conservação deve merecer-nos, em qualquer altura, certos cuidados. Medidas simples e adequadas contribuem para uma gestão equilibrada do consumo de água:
Em situação normal – Manter toda a canalização doméstica em bom estado por forma a não haver perdas nas torneiras, nos autoclismos, nos esquentadores, nas máquinas de lavar e nas junções; – Instalação de reguladores de caudal nas torneiras; – Instalação de autoclismos com sistemas de redução de volume de água para descarga; – Evitar os banhos de imersão e tomar duches rápidos; – Usar apenas a água indispensável nas outras lavagens de higiene pessoal, mantendo tapado o orifício da bacia; – Não deixar a água correr durante a lavagem dos dentes; – Lavar a roupa ou a loiça nas máquinas, com a respectiva carga completa e usando programas curtos; – Na lavagem da roupa e da loiça à mão usar apenas a água necessária; – Fazer uma leitura regular do contador para saber a quantidade de água que se está a gastar; – Utilizar como período de rega: antes das 7 horas da manhã ou após as 6 horas da tarde.
Em situação de seca
Além das medidas anteriormente enumeradas: – Diminuir a quantidade de água no autoclismo colocando no seu depósito uma garrafa de plástico cheia de areia ou de água, para que não fique a flutuar; – Em caso de cortes no fornecimento de água, encher apenas as vasilhas estritamente necessárias para o seu consumo; Não encher piscinas.
Reutilizar a água sempre que possível (exemplo: rega).
A ÁGUA é indispensável à VIDA!
É preciso que TODOS POUPEM A ÁGUA!
Prevenção e Minimização dos efeitos das secas (monitorização)
A monitorização de secas baseia-se no acompanhamento da progressão do fenómeno, com base num sistema de informação de recursos hídricos, que permite conhecer em cada instante a gravidade da seca.
É realizada através da análise de variáveis hidrometeorológicas, como a precipitação, o escoamento, a água no solo, o volume de água armazenado nas albufeiras, nível freático dos aquíferos, a evaporação e a evapotranspiração.
A detecção pode ser efectuada por vários métodos, sendo uma metodologia possível a que se baseia no índice de Palmer, que é um balanço entre a precipitação e a humidade dos solos, a evapotranspiração, a recarga profunda de aquíferos e os escoamentos.
| |
|
|
 |